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O que é o Maio Roxo?
Uma campanha nacional de conscientização sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais — condições reais, crônicas e frequentemente mal compreendidas.
Por que o roxo?
A cor roxa foi escolhida como símbolo de força e solidariedade com os pacientes que convivem com Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa — as principais formas de DII.
Diagnóstico precoce
Muitos pacientes demoram anos para receber um diagnóstico correto. A campanha incentiva a busca por atendimento especializado assim que os primeiros sinais aparecem.
Reduzir o estigma
DII é invisível para quem observa de fora. Um dos objetivos centrais da campanha é combater a ideia de que quem sofre está "exagerando".
Saúde integral
A DII afeta não só o intestino — impacta qualidade de vida, saúde mental, produtividade e relacionamentos. Cuidar é olhar para o todo.
Conheça as condições
Duas doenças principais estão no centro da campanha. Crônicas, sérias — mas com tratamento.
Doença de Crohn
Inflamação crônica que pode afetar qualquer parte do trato digestivo, da boca ao ânus. Caracteriza-se por períodos de crise e remissão, com sintomas que vão desde diarreia e dor abdominal até complicações mais sérias.
Ainda não tem cura, mas o tratamento adequado permite que o paciente leve uma vida normal e produtiva.
Trato digestivo completoRetocolite Ulcerativa
Inflamação crônica que afeta o intestino grosso e o reto. Provoca úlceras na mucosa intestinal e sintomas como diarreia com sangue, dor e urgência para evacuar.
O tratamento visa reduzir a inflamação, controlar os sintomas e prevenir complicações — melhorando significativamente a qualidade de vida.
Intestino grosso e retoO que é DII?
Doenças Inflamatórias Intestinais é o nome coletivo para condições em que o sistema imunológico ataca o próprio intestino. A causa exata ainda não é totalmente compreendida — envolve fatores genéticos, imunológicos e ambientais.
Condição autoimuneQuem pode ter?
Qualquer pessoa pode desenvolver DII, mas ela é mais frequentemente diagnosticada entre os 15 e 35 anos. Não é contagiosa, não é causada por estresse, e definitivamente não é frescura.
No Brasil, estima-se que mais de 350 mil pessoas convivam com alguma forma de DII.
Qualquer faixa etáriaQuando o intestino grita
Os sintomas da DII são frequentemente confundidos com outros problemas digestivos. Preste atenção nos padrões persistentes.
Diarreia crônica
Episódios frequentes e persistentes de diarreia, que podem ou não conter sangue ou muco.
Dor e cólicas abdominais
Desconforto ou dor no abdômen, geralmente mais intensa antes das evacuações.
Sangue nas fezes
Presença de sangue nas fezes é um sinal importante e não deve ser ignorado.
Fadiga persistente
Cansaço intenso que não melhora com descanso, frequentemente relacionado à inflamação e anemia.
Perda de peso involuntária
Emagrecimento sem mudança de hábitos alimentares, decorrente da má absorção de nutrientes.
Urgência para evacuar
Necessidade súbita e imperiosa de ir ao banheiro, que pode impactar a rotina diária.
Febre baixa recorrente
Febres moderadas que acompanham os períodos de crise e indicam processo inflamatório ativo.
Impacto emocional
Ansiedade, isolamento social e sintomas depressivos são companheiros frequentes da DII.
Atenção: procure um especialista
Se você apresenta dois ou mais desses sintomas de forma recorrente há mais de quatro semanas, não espere. Procure um gastroenterologista. O diagnóstico precoce muda completamente o prognóstico.
Tem tratamento.
Tem vida normal.
Com o diagnóstico certo e acompanhamento especializado, pacientes com DII conquistam qualidade de vida e produtividade plena.
Como é diagnosticada
Histórico clínico
O médico avalia os sintomas, frequência e histórico familiar.
Exames de sangue
Indicadores de inflamação como PCR, VHS e hemograma auxiliam na investigação.
Colonoscopia
Exame fundamental para visualizar o intestino e coletar biópsias que confirmam o diagnóstico.
Exames de imagem
Ressonância magnética e tomografia ajudam a avaliar extensão e localização da doença.
Principais tratamentos
Medicamentos anti-inflamatórios
Aminossalicilatos e corticosteroides são usados para controlar crises e manter a remissão.
Imunossupressores
Reduzem a resposta imunológica exagerada que causa a inflamação intestinal.
Terapia biológica
Tratamentos modernos com anticorpos monoclonais que agem de forma seletiva na inflamação.
Acompanhamento multidisciplinar
Nutrição, saúde mental e atividade física compõem o cuidado completo ao paciente com DII.
Uma questão de saúde coletiva
A DII afeta diretamente a produtividade e o bem-estar dos colaboradores. Empresas que oferecem suporte fazem a diferença.
Hábitos que protegem
Embora a DII não seja completamente evitável, alguns hábitos reduzem a frequência e intensidade das crises.
Alimentação equilibrada
Evite alimentos ultraprocessados e identifique quais alimentos desencadeiam seus sintomas.
Hidratação adequada
A hidratação é fundamental para a saúde intestinal, especialmente em períodos de crise.
Gestão do estresse
O estresse não causa DII, mas pode agravar os sintomas. Técnicas de relaxamento ajudam no controle.
Atividade física regular
Exercícios moderados reduzem a inflamação sistêmica e melhoram o humor e a qualidade de vida.
Adesão ao tratamento
Não interrompa a medicação por conta própria. A adesão contínua é o principal fator de remissão.
Consultas regulares
O acompanhamento periódico com gastroenterologista previne complicações e ajusta o tratamento.
Sua saúde importa. De verdade.
A Aggrega acredita que gestão de saúde vai muito além do plano. Nosso ecossistema cuida do colaborador em todas as etapas — prevenção, diagnóstico, tratamento e bem-estar contínuo.
Dúvidas comuns
Maio Roxo 2026 · Conscientização sobre Doenças Inflamatórias Intestinais
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